Articles by Nataleuza Sousa

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Então é Natal
E o que você fez?
O ano termina
E nasce outra vez

Então é Natal
A festa cristã
Do velho e do novo
Do amor como um todo

Então é Natal
E um Ano Novo também
Que seja feliz quem
Souber o que é o bem

Então é Natal
Pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre
Num só coração

Então, bom Natal
Pro branco e pro negro
amarelo e vermelho
Pra paz, afinal

Então, bom Natal
E um Ano Novo também
Que seja feliz quem
Souber o que é o bem

Então é Natal
E o que a gente fez?
O ano termina
E começa outra vez

Então é Natal
A festa cristã
Do velho e do novo
Do amor como um todo
Então é Natal
E um Ano Novo também
Que seja feliz quem
Souber o que é o bem

Fotos by Daniel Rodolfo

A programação da festa da padroeira do Bairro de Santa Luzia (Vila 129) começa no próximo dia 08 de Dezembro com a transladação da imagem para a Igreja de São Cosme e Damião que fica na Jurubeba. No dia 09 pela manhã a imagem retornará em círio para o Bairro Santa Luzia.

À noite acontecerá o tradicional arraial com vendas de iguarias. O encerramento será no dia 15 com festa dançante que ficará por conta da Banda Ritymus  e no domingo,  às 17  horas,  será realizado a procissão percorrendo pelas ruas do bairro e finalizando com a missa, logo após será  realizado o grande bingo e tarde alegre.

Santa Luzia (ou Santa Lúcia), cujo nome deriva do latim, é muito amada e invocada como a protetora dos olhos, janela da alma, canal de luz.Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe queria vê-la casada com um jovem de distinta família, porém pagão. Ao pedir um tempo para o discernimento foi para uma romaria ao túmulo da mártir Santa Ágeda, de onde voltou com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimento por que passaria, como Santa Ágeda.Vendeu tudo, deu aos pobres e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Santa Luzia, não querendo oferecer sacrifício ao deuses e nem quebrar o seu santo voto, teve que enfrentar as autoridades perseguidoras e até a decapitação em 303, para assim testemunhar com a vida, ou morte o que disse: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a ele prometi amor e fidelidade”.Somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Ilha da Sicília. A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV.Mas a devoção à santa, cujo próprio nome está ligado à visão (“Luzia” deriva de “luz”), já era exaltada desde o século V. Além disso, o papa Gregório Magno, passado mais um século, a incluiu com todo respeito para ser citada no cânone da missa. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das santas auxiliadoras da população, que a invocam, principalmente, nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira.Diz a antiga tradição oral que essa proteção, pedida a santa Luzia, se deve ao fato de que ela teria arrancado os próprios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a fé em Cristo. A arte perpetuou seu ato extremo de fidelidade cristã através da pintura e da literatura. Foi enaltecida pelo magnífico escritor Dante Alighieri, na obra “A Divina Comédia”, que atribuiu a santa Luzia a função da graça iluminadora. Assim, essa tradição se espalhou através dos séculos, ganhando o mundo inteiro, permanecendo até hoje.

Luzia pertencia a uma rica família de Siracusa. Sua mãe, Eutíquia, ao ficar viúva, prometeu dar a filha como esposa a um jovem da Corte local. Mas a moça havia feito voto de virgindade eterna e pediu que o matrimônio fosse adiado. Isso aconteceu porque uma terrível doença acometeu sua mãe. Luzia, então, conseguiu convencer Eutíquia a segui-la em peregrinação até o túmulo de santa Águeda ou Ágata. A mulher voltou curada da viagem e permitiu que a filha mantivesse sua castidade. Além disso, também consentiu que dividisse seu dote milionário com os pobres, como era seu desejo.

Entretanto quem não se conformou foi o ex-noivo. Cancelado o casamento, foi denunciar Luzia como cristã ao governador romano. Era o período da perseguição religiosa imposta pelo cruel imperador Diocleciano; assim, a jovem foi levada a julgamento. Como dava extrema importância à virgindade, o governante mandou que a carregassem à força a um prostíbulo, para servir à prostituição. Conta a tradição que, embora Luzia não movesse um dedo, nem dez homens juntos conseguiram levantá-la do chão. Foi, então, condenada a morrer ali mesmo. Os carrascos jogaram sobre seu corpo resina e azeite ferventes, mas ela continuava viva. Somente um golpe de espada em sua garganta conseguiu tirar-lhe a vida. Era o ano 304.

Para proteger as relíquias de santa Luzia dos invasores árabes muçulmanos, em 1039, um general bizantino as enviou para Constantinopla, atual território da Turquia. Elas voltaram ao Ocidente por obra de um rico veneziano, seu devoto, que pagou aos soldados da cruzada de 1204 para trazerem sua urna funerária. Santa Luzia é celebrada no dia 13 de dezembro e seu corpo está guardado na Catedral de Veneza, embora algumas pequenas relíquias tenham seguido para a igreja de Siracusa, que a venera no mês de maio também.

Por: Antônia Cláudia

Por Jeso Carneiro em 4/9/2012 às 08:14

Françoise Trapenard, a número 1 da Fundação Telefônica Vivo, desembarca hoje (4) em Santarém e, em seguida, ruma a Belterra.

Lá, dará o pontapé inicial no Projeto Oficina de Aplicativos, destinado a alunos e educadores de 20 escolas públicas da cidade.

Desde que a Vivo instalou uma antena em Belterra, a cidade saiu do isolamento, conectando-se com o mundo. Agora os jovens têm a oportunidade de empreender, aprendendo a programar e construindo seu próprio negócio digital – explica Trapenard, ressaltando que o projeto conta com apoio do Governo do Pará, via Secti, e com parceria da Ama Brasil.

Em 2013, a previsão do projeto é beneficiar outros 300 participantes.

Serão doados 450 aparelhos celulares, tipo smartphones Samsung Galaxy Ace 5830, para as escolas. A ideia é que cada aparelho seja utilizado por até três alunos, beneficiando 1.500 estudantes.

O grupo de teatro de Belterra recebeu o nome “Pé do Curupira” durante as viagens de barco para Suruacá. Em busca de um nome relacionado com nosso lugar, a lenda do Curupira se destacou por ele ser o protetor da floresta, e da mesma forma objetivamos proteger nossa cultura através da arte.
No dia 21 de abril, próximo sábado, será a estreia do grupo em Belterra, no Festival do Cupuaçu, com uma peça adaptada para o evento que foi inspirada na obra “Chico Mendes e o Encantado”, de Ana Vitória Vieira Monteiro.
Conheçam agora “CURUPIRAÇU”

Ofina Grupo Pé do Curupira

Texto escrito por Miriam Lane,

PRIMEIRO ATO
APRESENTADOR
Essa história aconteceu na floresta e não é história de pescador.
É de verdade verdadeira, dessas de arrepiar. Quem quiser acreditar, acredita.
Quem quiser duvidar, duvida né? Vou contar.
Na Floresta Nacional do Tapajós, aqui em Belterra, junto ao som dos animais, do rio e igarapés ecoa um grito de um homem. Era o grito do seu Sabiá.

SEU SABIÁ – Curupiraaaaaaaaa, até quando?….. até quando vou andar sem te encontrar?!!!!!!
(Curupira que estava à sombra da samaumeira que ele mesmo viu crescer, pula assustado, pois não é comum o chamarem assim, o grito se repete, mas agora mais perto. Curupira respondeu com um forte assobio e tudo na mata silencia. Até o grito de quem o chamou! )

SEU SABIÁ – Meu caboclinho onde está você? Curupiraaaaa
(Dançando em seus movimentos faz barulho andando com os pés voltados para traz quando quer andar para frente, peludo, assustador, mas seu Sabiá não se assusta não.)

SEU SABIÁ – Eu sei que está aqui, eu sei, vim pedir sua proteção. Na floresta que ando, nem flor tem tempo de crescer. A seringueira morre pequena. A borracha está acabando, mas ainda tem cupuaçu pra vender.

CURUPIRA – Quem é você homem?

SEU SABIÁ – Sou morador de Belterra, fui seringueiro, nasci no Porto Novo, que de novo só tem o nome, porque foi criado no tempo da Companhia Ford há mais de 70 anos, mas quero te perguntar uma coisa. Curupira venha cá. Como isso tudo vai ficar? A floresta vai acabar? Teu reinado tá ameaçado, hein. Todos os dias tem dominó de árvores. Fumaça que vejo no céu e quem reclama disso tudo corre perigo.

CURUPIRA – Corre perigo por que?

SEU SABIÁ – Ora, eu por exemplo discuto com quem agride o meio ambiente e ficam zangados comigo.

CORO – Madeiraaaaaaaaaaaaa
(Curupira se agita e quando sua voz sai tudo silencia)

CURUPIRA – Quem derrubar uma árvore ou matar um bicho sem precisão, vai se perder na mata!! Irão rodar no mesmo lugar e ficarão perdidos!! Quem acaba com a mata, acaba com a própria vida!!

SEU SABIÁ – Tua lei é dura, mas mesmo assim não mudarão.

CURUPIRA – To ouvindo, estou te ouvindo… No meu caminhar, vou olhar tudo, vou ficar atento.

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SEGUNDO ATO
APRESENTADOR
O seu Sabiá é um contador de histórias, e muitas histórias contou para as pessoas que ele encontrou.

MENINA – Oi seu Sabiá! Me conte sobre o caboclinho da floresta. Conte uma história que hoje é dia de festa.
SEU SABIÁ – Pois é. Ele existe de verdade. Ainda ontem falei com ele.
MENINA – É? Já viu mesmo o Curupira?
SEU SABIÁ – Já vi sim.
MENINA – Que jeito ele é?
SEU SABIÁ – Verde, verdinho, verdinho, igual uma folha de bananeira.
MENINA – Minha nossa!
SEU SABIÁ – Ta com medo?
MENINA – Fiquei com medo sim.
SEU SABIÁ – Então não conto não.
MENINA – Conta, conta sim. Conta que eu aguento.
SEU SABIÁ – Assim que eu gosto de ver.
MENINA – Conta logo padrinho!
SEU SABIÁ – To falando aqui e olhando ele ali. (aponta para o público)
MENINA – Aonde?
SEU SABIÁ – Ali mesmo, agora correu pra lá. Quando você for maior vai ver, mas pra isso tem que tomar muito suco de cupuaçu!
MENINA – Cupuaçu é bom demais. Mamãe faz suco, doce, misturo com farinha. Se depender da energia do cupu então eu to mais que preparada. Fala logo padrinho. Não enrola.
SEU SABIÁ – Ele é grande, tem pelo, e anda para trás quando quer falar contigo.
MENINA – Já viu o curupira mesmo?
SEU SABIÁ – Já! Já vi sim. Ele vive no meio da floresta. Esta lá para proteger, mas só quem merecer. Sua lei é implacável. Quem derruba árvore ou mata bicho sem comer, ele condena.
MENINA – Hum… Eu já vou. Tenho que caminhar muito pra chegar em casa. Obrigada pela história que me contou!
SEU SABIÁ – Não vá parar querendo cheirar flor, se não Curupira vai te ver distraída e irá se perder na mata.
MENINA – Que nem o padrinho? (pergunta de longe)
SEU SABIÁ – Eu nunca me perdi! Apesar de ficar alucinado com o perfume das flores na floresta. (fica pensativo)
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TERCEIRO ATO
(O curupira entra em cena enquanto seu Sabiá observa quieto um cupuaçu)

SEU SABIÁ – É curupira… A floresta continua mudando e o cupuaçu ainda continua cheirando. Todos aqui estão se deliciando com essa fruta.

(O Curupira pega o cupuaçu da mão do seu Sabiá, levanta como um troféu fica girando e depois congela)
CURUPIRA – Cupuaçuuuuuuuuuuu Cupuaçuuuuuuuuuuu

APRESENTADOR – Nossa Belterra tem muitas frutas, podemos fazer muitos festivais. Hoje é a vez do Cupuaçu (mostra a fruta na mão do Curupira), fruta que estrangeiros patentearam, mas foi reconhecida como nossa, como uma legítima fruta brasileira!

CORO – Quem é da floresta, preserva! Quem vive do que tem na floresta, PRESERVA!

CURUPIRA – Curupiraçú!!
– F I M –
Merda ao grupo Pé do Curupira!

foliões prestigiando carnaval

Conforme programado o carnaval de Belterra foi só alegria, os brincantes poderam aproveitar ao máximo os três dias de festa.

No dia 19, domingo a abertura oficial deu-se com desfiles dos blocos Coroas de ouro; Porto novo e amigos da folia; A mocréias; No coador é melhor; De olho no periquito e Amigos da terra, finalizando a noitada com show da banda Swing. No dia 20, nem parecia uma segunda- ferira e o intusiasmo só aumentava assim como o número de participantes que se divertiam impussionados pelos blocos da Camisinha; Os piratas; Amigos da onça; Xupa manga; e Os venenosos na folia, a noite foi encerrada ao embalo das bandas Transamérica e Sabor de mel.

A ultima noite de carnal não teve chuva ou falta de energia que impedissem centenas de foliões em fazerem-se presente a rua  principal da cidade onde onde a arquibancada e palco devidamente estavam apostos. O trio elétrico se encarregou da mutidão, fazendo um verdaderiro arrastão para delírio dos carnavalescos; no palco a banda da Arena se encarregou de finalizar o show, missão difícil já que alegria era geral e sem espectativa de fim..

 

 

 

 

O II Festival de Arte Educação a Cidade CRIA, realizado em Salvador – BA,  ocorreu em novembro, mês simbolizado pelas lutas e conquistas do povo negro.
O Festival A Cidade CRIA Cenários de Cidadania, em parceria com o Vivo Encena. Chega ao Pelô, onde as regiões se refletem na luta política através da arte, junto a outros projetos como Olodum, Axé, Alaíde do Feijão, Mestre Curió e tantos outros.
Alguns grupos foram convidados como o grupo Tapajós – PA, “Beirando o rio, nosso Lugar”, um trabalho coletivo de duas comunidades ribeirinhas de Santarém e Belterra. O exercício cênico inspirado em um texto Bertolt Brecht, “Aquele que sim e aquele que diz não” , dirigido por Roger Muniz e Juliana Balsalobre foi apresentado no Teatro Solar Boa Vista, com um publico significativo que aplaudiu de pé o espetáculo do grupo Tapajós. Uma experiência única a 29 jovens com hábitos e costumes diferentes, agora tendo que habituares-se durante nove dias em Salvador, todas estas foram válidas e não houve um dia que não tenha sido vivenciado com a intensidade que este mereceu. Os laços de amizade com o povo baiano ficaram marcados para sempre na vida de cada um, não existiram detalhes pequenos nesta viagem tudo foi grande e devidamente valorizado como merecia, como por exemplo, o banho de mar, o caminhar nas ruas de pedras construídas pelos escravos, o tocar na estátua de Zumbi e até mesmo degustar do acarajé quase unânime em reprovação pelo grupo.
A partida do grupo Tapajós de Salvador deixará saudades e a certeza de que não foram apenas nove dias de oficinas, contatos e troca de experiências, mas um verdadeiro mergulho no ventre do Brasil.

Uma das inúmeras igrejas – BA

 

A tradicional capueira.

 

O mártire Jumbi.

 

Monica, Naty, Miriam e Karla.

Em uma das etapas em Belém-Pa

O seminário, “Lançamento da Plataforma dos Municípios Periurbanos para a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano” realizar-se-à no dia 24 de novembro de 2011, na Câmara Federal em Brasília/DF, a ser realizado pela FASE Programa Amazônia, como parte integrante do projeto Desenvolvimento Integrado na Política Urbana Nacional: um direito dos municípios periurbanos da Amazônia e do Nordeste, desenvolvido pela FASE com apoio da OXFAM e União Européia.
O objetivo do seminário é apresentar aos Parlamentares Federais, a Plataforma das Cidades Periurbanas, resultado de dois anos de estudos e debates regionais e nacionais promovidos pela FASE em parceria com movimentos e organizações da sociedade civil e academias, através dos Observatórios de Políticas Públicas e Movimento Social na Amazônia – COMOVA/UFPA-FASE, das Metrópoles – UFPE-FASE, Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU), Fórum da Amazônia Oriental (FAOR) e Fórum Nordeste de Reforma Urbana (FNERU).
Este Seminário constitui-se na etapa final do projeto, momento em que serão apresentadas as proposições para que a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano inclua em seus princípios, diretrizes, instrumentos e fontes de financiamento o atendimento às especificidades das cidades da Amazônia e do Nordeste.
Em Belterra a pauta tem sido trabalhada em fóruns locais e regionais realizado com a sociedade civil organizada e o governo municipal.

 

Mulheres sendo recepcionadas na praça Brasil.

Belterra Sedia o VIII Congresso da Associação Organizada das Mulheres Trabalhadoras do Baixo Amazonas.
Esteve presente na abertura do evento Vereadoras(os), Secretarárias (os), Prefeito do Municipio e outros convidados.
Delegadas dos municipios de Alenquer, Terra Santa, Oriximiná, Juruti, Almerim, Prainha, Curuá, Monte Alegre, Óbidos, das comunidades do Rio Arapiuns e de Santarém. São mais de 100 mulheres participando do Congresso que tem como tema “Mulher Construindo a Plataforma Feminista na Amazônia”, que terá duração de três dias 06,07 e 08 do mês corrente com várias pautas, tais como:

*Ato público na Praça Brasil;
*Análise da mulher construindo a plataforma feminista na Amazônia;
*Mulher e o desenvolvimento sustentável a partir das novas politicas públicas para a Amazônia;
*Violência doméstica, Ações afirmativas para erradicação;
*Saúde da mulher é um bem que se quer.
Na ocasião será aberto para inscrição de chapas que disputarão e elegerão a nova diretoria com pleito para os anos 2011 e 2014.

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Está acontecendo hoje 02/09 a V Conferência Municipal de Assistencia Social com o tema: “Consolidar o SUAS e Valorizar seus Trabalhadores”.
Com presença de entidades da sociedade civil e representantes do governo para a escolha da nova composição o CMAS/Biênio 2011/2012.
A programação é extensa, porém, nescessária: Abertura da Conferência e composição da mesa das autoridades;Leitura e aprovação do Regimento Interno da V Conferencia Municipal de Assistência Social; Apresentação da lei de reorganização do CMAS; Apresentação das ações desenvolvidas pela SEMTEPS 2010/2011; Apresentação dos serviços sócio-assistenciais ofertados no município ; Reapresentação das propostas da IV Conferência Municipal de Assistência Social; Formação de 04 grupos para debates sobre os temas propostos e construção das propostas para a VII Conferencia estadual de assistência Social; Eleição das entidades que iram compor o CMAS/Biênio 2011/2012 e Eleição dos 04 delegados para a VII Conferencia estadual de assistência Social.
A nova composição do CMAS será nomeada e empossada no dia 19 de Setembro de 2011.

Plenária na conferência.

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