Grupo Tapajós participa de Festival de Teatro na Bahia

O grupo Tapajós formado por jovens da cidade de Belterra e das comunidades ribeirinhas de Capixauã e Suruacá, município de Santarém, Oeste do Pará, é convidado especial do II Festival de Arte-educação “A Cidade CRIA Cenários de Cidadania”, que começou ontem, dia 11, e termina na quarta-feira, dia 16 de novembro, em vários pontos do Pelourinho e no Solar Boa Vista, na cidade de Salvador(Ba). O grupo se apresenta pela primeira vez na Bahia, promovendo um intercâmbio de fazeres e conhecimentos com artistas, arte-educadores e público local.

 

O intercâmbio foi viabilizado pelo Vivo EnCena, programa cultural da Vivo para as artes cênicas, que é parceiro do Centro de Referência Integral de Adolescentes (CRIA) na realização do festival. “Nosso interesse é aproximar as pessoas, revelar suas grandezas, promover essa troca, esse diálogo, mostrar o quanto é importante transitar entre as fronteiras de linguagens, culturas, regiões e gerações”, enfatiza a diretora de arte do CRIA, Maria Eugênia Milet.

O grupo Tapajós, apresenta a peça “Aquele que diz sim, e Aquele que diz Não – O exercício cênico” e a mostra cultural “Belterra, Capixauã e Suruacá – Beirando o rio, nosso lugar”, hoje, dia 12 de novembro, às 15 horas, no Solar Boa Vista. Na mostra, os participantes, que pela primeira vez se apresentam em um palco de teatro, contarão um pouco sobre suas comunidades nas quais vivem às margens do Rio Tapajós.

O grupo participará de uma oficina com projetos comunitários e do próprio CRIA, resultando no trabalho que será mostrado ao público, às 15h, também no Solar Boa Vista, no dia 15 de novembro.
O grupo estará representado também no seminário “Arte-educação em rodas de conversa”, que acontece no dia 16, encerrando o festival. Juliana Balsalobre e Roger Muniz (Grupo Tapajós/PA) participarão do diálogo sobre teatro comunitário, entre 10h e 12h.
  1. Kiana’s avatar

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    1. Auth’s avatar

      Achei a pee7a interessante ate9 poruqe eu convivo numa escola e trouxemos aqui tantos jovens e e9 importante que eles reflitam sobre os temas abordados poruqe se3o coisas que eles vivem. A parte mais importante e9 essa reflexe3o e espero que isso tenha tocado na vida deles. (Renato, 48 anos, professor) Abordou ve1rios temos importantes, muito engrae7ada. Pude ver ve1rios amigos chorando, quase chorei tambe9m mais consegui me controlar. Muito legal mesmo! (Fabiano Junior, 14 anos) A pee7a e9 boa e maravilhosa. Levo lie7f5es de conviver e respeitar a familia e o bulying. Eu mesmo pratico e sei que isso me afastou de alguns amigos, agora vejo que ne3o e9 algo legal. (Manoel) A pee7a foi de mais, foi fundamental na vida de muita gente. Muitos gente que chorou foi poruqe tocou de mais na vida deles. O que foi dito sobre Deus e9 muito importante para nossa vida poruqe ne3o da para viver sem ELE no nosso corae7e3o. (Joe3o, 15 anos) Gostei bastante da pee7a poruqe fala sobre o bulliyng e a excluse3o do menino le1. Me emocionei com a parte dos amigos e do bullying. (Rafaela, 14 anos) Acho que tudo pode mudar, poruqe a pee7a toca a gente e e9 uma coisa que diz tudo o que a gente precisa ouvir de vez em quando, o que a gente passa as vezes com os pais da gente. E e9 uma coisa que assim, tu entra de uma forma e sai de outra que tu ne3o se acredita mesmo, e9 bem legal. Me enxerguei ali sobre a familia principalmente, amigos tambe9m , poruqe daed a gente comee7a a pensar assim em quem este1 ao nosso redor. (Fernanda, 13 anos) Gostei muito da parte que eles falaram da familia, de Deus assim. Acho que era uma parte que tava faltando muito em mim sabe. Isso me tocou bastante assim. Vou chegar em casa, dar um abrae7o na minha me3e, no meu pai tambe9m quando der, poruqe ele ne3o mora comigo, e fazer a minha parte em casa, na escola. (Thaeds, 14 anos) Gostei bastante de pee7a e me emocionei bastante com o final quando ele contou a histf3ria dele. Eu acho que daqui pra frente eu vou conversar mais com meus pais, pensar melhor antes de falar. (Andressa, 14 anos) Pra mim vai mudar tudo. Eu tenho muitos problemas com meu pai, a gente briga direto. A gente briga todo dia, e vou chegar em casa e dizer pra ele o quanto eu amo ele. Ele tem problema com bebida, daed ele bebe e a gente briga. Vou chegar em casa e dizer pra ele, vou mudar mesmo. (Jaqueline, 16 anos) Bem legal, a mensagem que foi passada e9 bem interessante, passa a esseancia do que tem que mostrar. c9 a segunda pee7a que eu assisto de voceas, vi aquela da medianeira, muito bom. Aquela parte dos amigos, da familia ali, faz a gente refletir. (Ana Clara, 14 anos)Achei uma pee7a maravilhosa, que faz a gente refletir dos nossos atos, do nosso dia a dia, sobre os nossos amigos, sobre a nossa famedlia, sobre como a gente reage com eles. (Jenifer, 14 anos)Eu achei maravilhosa pra mexer com um ponto assim da pessoa, como a Jenifer que perdeu o pai, falar de famedlia toca muito. (Andressa, 14 anos)Achei muito legal, eu gostei da balinha, deu pra gente chorar, pra gente rir e tambe9m pra gente aprender a ne3o zuar dos outros. Sobre a famedlia, sobre a gente conversar com os pais, e9 verdade mesmo, temos que dar atene7e3o a nossa famedlia e muitas vezes a gente ne3o de1. (Bruna, 14 anos)Maravilhosa eles tocam num assunto que a gente je1 sabe, mas mesmo sabendo a gente faz coisas erradas, eles ajudaram a gente ir pra frente, melhorar mais o mundo. Mostrou que os pais e Deus este3o em primeiro lugar, de vez em quando a gente fala de nossas coisas de adolescentes nossos pais ne3o entendem, e isso e9 importante. (Aline, 14 anos)Achei linda foi muito emocionante, chorei um monte, tudo me tocou. Eu sinto falta da minha famedlia, por mais que eles moram junto comigo, meu pai trabalha o dia inteiro, ele sai no escuro e chega no escuro, minha me3e as vezes ela ta ausente cuidando dos meus irme3os, as vezes ne3o tem tempo pra gente. (Brenda Liara, 14 anos)Eu gostei muito do teatro. Foi muito importante, abordou um tema bem legal. Nunca tinha a um teatro, gostei muito. Pra minha vida eu levo a parte que ele falou do pai, que eu ne3o me dou muito bem com o meu. (Nicole, 15 anos)Gostei muito da pee7a, principalmente quando fala da familia e das drogas, saber que ne3o pode usar e pensar na verdadeira amizade. Isso que vou levar pra minha vida. (Lorruama, 14 anos)Muito legal, interessante, bem legal. O que eu levo pra minha vida e9 a queste3o do bullying, muito interessante, sobre o impacto que causa nas pessoas, eu ne3o sabia que causava tanto. (Daline, 14 anos)Bem interessante, bem legal, gostei dos personagens. O que eu vou levar e9 tambe9m sobre o Bullyng, poruqe eu ne3o sabia que causava esse impacto nas pessoas e eu tambe9m gostei do final que ele falou sobre o pai dele, eu tambe9m tenho problema com o meu pai e eu aprendi a amar ele do jeito que ele e9. (Pollyana, 14 anos)Achei bem interessante, me surpreendeu poruqe eu nunca tinha visto antes, bem interessante, bem legal. Pra minha vida o que falaram sobre o Bullying, a lie7e3o de a gente se abrir com Deus tambe9m sabe, entregar tudo nas me3os dEle, comee7ar a conversar mais com Ele. Tambe9m pedir perde3o pro meu pai, eu sei que fae7o coisa errada ainda. Sf3 que entregar tudo nas me3os de Deus, acho que e9 isso. Acho que todos aqui se emocionaram bastante, e ve3o levar uma lie7e3o bem boa. (Evelyn, 14 anos)

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