belterra

A Campus Party ainda estava preguiçosa, mas um grupo já estava atento ao painel ”Belterra: como ir muito além da conexão 3G nas comunidades ribeirinhas da Amazônia?”. Paulo Lima, coordenador de Inclusão Digital do Saúde e Alegria, apresentou a realidade da região e como o projeto vem atuando junto a mais de 30 mil pessoas no oeste do Pará.

Luis Fernando Guggenberger, do Instituto Vivo e Carla Belitardo, da Ericsson também estavam no painel. Em novembro do ano passado, uma parceria entre Vivo, Ericsson  e outras empresas permitiu a ativação de uma Estação Rádio Base (ERB) na região. A iniciativa visa promover as ações do Projeto Saúde e Alegria, que desenvolve atividades nas áreas de comunicação, saúde, educação e cidadania.

As possibilidades de atuação que o telefone proporciona são as mais viáveis para uma região com infraestrutura precária.  A idéia é proporcionar inclusão digital no apoio ao desenvolvimento integrado e sustentável. Entre as atividades, o projeto prevê a criação de arranjos educativos com a utilização de dispositivos móveis. A colaboração é parte do processo, por isso os interessados estão convidados a criar aplicativos que possam contribuir com o desenvolvimento da região.

Um fato curioso sobre Belterra é que o município teve seu apogeu na época do ciclo da borracha, com o declínio deste ciclo e a falta de investimentos, a região não acompanhou o desenvolvimento.

Retirado do Vivoblog